3 mitos sobre os programas de controle parental e cyberbullying

Os programas de controle parental e cyberbullying são fatores que podem auxiliar a proteção das crianças no meio digital, uma vez que conseguem observar e estabelecer restrições para certos conteúdos.

Esses programas funcionam a partir da criação de senhas ou autenticações que necessitem da permissão dos pais ou responsáveis para autorizar o uso. Assim, acesso a sites duvidosos, compras online ou até mesmo o tempo de uso podem ser monitorados pelos pais.

Esse fator pode ter grande influência no resultado de proteção contra o cyberbullying e outros tantos crimes cibernéticos presentes nos sites e aplicativos dos dispositivos móveis, sendo de grande interesse para os pais.

Mito 1: o controle parental restringe a liberdade da criança

Ao falarmos de controle parental, é importante destacar que o principal objetivo é prevenir que a criança caia em golpes ou seja vítima de crimes, a exemplo do cyberbullying.

Com isso estabelecido, o próximo tópico a ser trazido à discussão é a da restrição da liberdade e privacidade da criança. Todos os direitos relacionados à personalidade do indivíduo são previstos por lei e adquiridos com o nascimento.

Entretanto, ao se tratar de menores de idade, estamos falando de pessoas absolutamente incapazes para realizar as ações e se defender sem a intervenção de terceiros.

Com isso, é fato que os pais (ou tutores responsáveis) têm o direito de saber o que a criança está acessando na internet, uma vez que pode ser um ambiente um tanto quanto perigoso quando administrado da maneira errada.

Assim, é possível afirmar que a afirmação acerca da restrição da liberdade da criança ao implementar programas de controle parental e cyberbullying é um mito que precisa ser comentado para evitar a desinformação sobre o assunto.

Mito 2: o controle parental não é eficaz

Muito pelo contrário, os programas de controle parental e cyberbullying possuem uma eficácia muito boa se comparados a outros métodos para tentar frear o avanço de práticas de crimes cibernéticos.

A proteção garantida pelo controle parental é muito eficiente ao conseguir restringir sites duvidosos que as crianças poderiam se interessar e serem vítimas de cyberbullying.

Assim, pode – se afirmar que as técnicas e programas de controle parental são muito utilizadas no dia a dia atual, uma vez que houve uma grande demanda dos meios digitais e a crescente utilização destes pelos jovens.

Mito 3: o cyberbullying é completamente evitado ao usar o controle parental

Esse mito está muito presente no cotidiano da sociedade que acredita veemente que os problemas do cyberbullying acabam com a implementação de programas de controle parental.

Isso não é verídico, uma vez que a internet é um ambiente extenso e com várias ramificações de sites e aplicativos que podem servir de palco para que essa prática ocorra, fazendo novas vítimas a cada minuto.

Por isso, ao afirmar que o cyberbullying acaba quando o controle parental entra em ação, estamos ignorando o fato que o meio digital consegue mudar e se mover em direções diversas, sempre achando uma brecha para burlar esses programas.

Assim, ao aplicar o controle parental, os pais e responsáveis buscam minimizar as chances das crianças serem vítimas de crimes a exemplo do cyberbullying, porém não conseguem ter um controle total de tudo.

Por isso, segundo a Diretora de Inovação Dra Ana Paula “é necessário a conversa e honestidade com seu filho, avisando – o do programa de controle parental e o alertando dos perigos da internet, buscando sempre dar margem para a sinceridade dentro da relação”.

A partir disso, a criança se sentirá confortável para recorrer aos pais caso alguma ocorrência e sinal de cyberbullying esteja sendo apresentado, efetuando a denúncia e garantindo que ela terá o apoio necessário e que soluções e medidas eficazes sejam tomadas, agindo na prevenção e combate.

O que podemos concluir diante o exposto?

Diante aos fatos, é inegável que o controle parental pode ajudar (e muito) a proteção das crianças em relação aos crimes praticados no âmbito digital.

Em vista disso, é necessário que saibam administrar as redes sociais e restringir certas ações consideradas possivelmente perigosas, visando sempre o bem da criança ao praticar essa ação, sem abusar da restrição.

Sendo assim, destaca – se a importância de conhecer os perigos da internet e as leis que podem ser aplicadas em cada caso, gerando soluções eficientes caso venha a acontecer algo relacionado aos crimes cibernéticos.

Além disso, conhecer as facetas do bullying e todas as ramificações que este pode assumir é fundamental para garantir o sucesso da ação de proteção.

Portanto, o conhecimento e especialização no assunto a partir de palestras com profissionais qualificados e renomados na área, a exemplo da palestra https://classnet.tech/palestras-sobre-cyber-bullying/ , idealizada pela Dra. Ana Paula Siqueira, é indispensável para a prosperidade da proteção à criança, a partir da instalação de programas de controle parental e cyberbullying.

Dra. Ana Paula Siqueira

A Dra. Ana Paula Siqueira, é especialista em direito digital e Diretora de Inovação da Class Net Treinamentos e Educação Digital. Ela é graduada em Direito e pós-graduada em Direito Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre e Doutoranda pela PUC/SP.

autora do livro “Comentários à Lei do Bullying 13.185/15”, vencedora do Prêmio Lumen 2018 de Responsabilidade Social com o seu programa “Proteja-se dos prejuízos do Cyberbullying” e Prêmio Selo De Referência Nacional 2019 – ANEC.

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