Dados Pessoais De Crianças E Adolescentes Estão Desprotegidos, Afirma Pesquisa

A Lei de Proteção Geral dos Dados trata dos dados pessoais de crianças e adolescentes de forma especial, visto que esse grupo está muito vulnerável ao compartilhamento e tratamento indevido de informações.  

A LGPD segue de acordo com o que há na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e Adolescente no que tange o reconhecimento como indivíduos vulneráveis.  

Crianças e adolescentes são experts na sociedade digital, mas na questão de segurança tudo isso acaba muito nebuloso para eles. Por isso, a utilização de seus dados por terceiros não é rara.  

Dados pessoais de crianças e adolescentes e LGPD 

O tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes deve ser realizado justamente levando em consideração a questão da vulnerabilidade.  

Este público deve receber um tratamento especial e os Artigos da LGPD já preveem isso em sua estrutura.  

A Lei de Proteção Geral dos Dados promove uma proteção mais específica e disciplinada, tudo isso de maneira mais rigorosa. Isso é o que fundamenta a ideia de que o tratamento deve ser realizado nos interesses das crianças e adolescentes.  

Os dados pessoais de crianças e adolescentes precisam do consentimento dos menores para partir de dados acessíveis.  

Em tudo isso se considera os aspectos relacionados à dignidade dessas crianças e adolescentes quanto ao tratamento de suas informações pessoais.  

A adequação à LGPD 

Nota-se a necessidade de se adequar de forma especial quando o assunto é dados pessoais de crianças e adolescentes.  

Isso é uma realidade entre as empresas que em algum momento precisam lidar com esse tipo de público.  

Nesse sentido, o mercado de consultoria avança cada vez mais para adequar os empreendimentos ao procedimento descrito na LGPD para dados pessoais de crianças e adolescentes. Para saber mais, acesse o Canal do youtube.  

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