Lei Geral De Proteção De Dados Agita Escolas De Todos Os Tamanhos

A Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018 e sua vigência começou em 2020, de modo que empresas e instituições já devem estar devidamente adequadas às premissas da norma. 

Entretanto, as exigências impostas pela LGPD – de acordo com a opinião de empresas e instituições – são robustas e é necessário tempo, bem como ajuda profissional para realizá-las. 

Quem sofre com essa mudança na forma de tratar os dados não são somente as empresas, mas as escolas e outras instituições de ensino também. 

Lei Geral de Proteção de Dados nas escolas 

A Lei Geral de Proteção de Dados se aplica aos empreendimentos, mas, também, escolas públicas e privadas. 

Tais ambientes lidam diariamente com uma série de dados e informações sensíveis de cada aluno, professor ou qualquer outro colaborador. 

Normalmente escolas são instituições mais antigas e os documentos se encontram tanto em forma física quanto em forma digital. De acordo com os institutos, isso acaba complicando um pouco mais a adequação. 

O reboliço se deve aos prazos estipulados para o cumprimento das premissas da LGPD, visto que em muitas escolas será necessário alterar toda uma sistemática para atender a Lei Geral de Proteção de Dados

Entretanto, especialistas em LGPD relatam a responsabilidade que uma escola possui acerca dos dados de alunos e colaboradores. A LGPD busca justamente a proteção dessas informações, devendo ser aplicada. 

Consentimento dos dados 

Um ponto que vem gerando questionamentos entre as escolas é o consentimento por parte dos pais e responsáveis. 

Estes devem consentir o uso dos dados dos filhos para que tudo esteja devidamente adequado à LGPD. 

Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados também prevê a exclusão de todos os dados dos alunos se requerido. Para saber mais acesse o Canal no Youtube.  

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